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Frases naúticas de outubro

03/10/2017

If anything can go wrong, it will.
If there is a possibility of several things going wrong, the one that will cause the most damage will be the one to go wrong.
If anything just cannot go wrong, it will anyway.
Smile . . . tomorrow will be worse.
Left to themselves, things tend to go from bad to worse.
If everything seems to be going well, you have obviously overlooked something.
Everything takes longer than you think.
Every solution breeds new problems.
A falling object will always land where it can do the most damage.”

Se algo pode dar errado, dará.

Se houver possibilidade de várias coisas darem errado, aquela que causar mais prejuízo acontecerá.

Se nada puder dar errado, dará errado assim mesmo.

Sorria… amanhã será pior.

Deixadas a si mesmas, as coisas tendem a ir de mal para pior.

Se tudo parece estar indo bem, você obviamente negligenciou algo.

Tudo leva mais tempo do que você pensa.

Toda solução cria novos problemas.

Um objeto caindo sempre aterrissa onde ele pode fazer o maior estrago.”

 

O leitor ou leitora deve ter reconhecido  a primeira frase,  atribuída a E.A.Murphy (1918-1990), um engenheiro aeroespacial americano e também conhecida como lei de Murphy. As outras são, digamos, corolários… provavelmente escritos por velejadores.

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Surpresa na Baia de Ilha Grande

16/09/2017

O fim de semana passado, fizemos um encontro surpreendente na extremidade oeste de Ilha Grande.

Golfinhos não são incomuns mas nunca tínhamos visto uma baleia na Baía. Parece ser uma jubarte e ela nos acompanhou um bom tempo.  Bom, cuidado se circular por lá a noite, elas medem uns 15 metros e pesam 35 a 40 toneladas quando adultas.

Aparentemente não é uma ocorrência isolada:  desde fim de agosto infelizmente outras três encalharam no estado do Rio (Búzios, restinga da Marambaia e Praia Sul no lado oceânico da Ilha).

Frase naútica de setembro

03/09/2017

 

 

The cabin of a small yacht is truly a wonderful thing; not only will it shelter you from a tempest, but from the other troubles in life, it is a safe retreat.

A cabine de um pequeno iate é realmente algo maravilhoso, não só protege você de uma tempestade, mas também dos outros problemas da vida, é um refúgio seguro.

Esta frase tem um gosto particular dado quem a pronunciou: ela é do americano Francis Herreshoff (1890-1972). Filho do muito famoso arquiteto naval Nathanael  Herreshoff, ele seguiu a mesma carreira e consagrou-se pela beleza dos seus luxuosos barcos (por exemplo Ticonderoga acima). Também foi escritor e editor.

 


SPOT no Atlântico entre Brasil e África

19/08/2017

Na travessia relatada no post anterior, usamos o SPOT do Kilimandjaro para marcar as posições do Shoestring duas vezes por dia, de manhã e no fim da tarde, horário local. Claro, há variações pois dependia de eu estar acordado e não esquecer de acionar o SPOT. Em todo caso, na nossa primeira travessia (2013-2014) o SPOT deixou de marcar posições a partir de umas 200 milhas da costa brasileira. Mas a Globalstar, cujos satélites recebem os dados dos SPOTs, aumentou a cobertura no Atlântico Sul e eu estava curioso a respeito. No fim deste post está o mapa da cobertura em 7 de junho 2017 segundo o site do SPOT.

A figura abaixo mostra nossa rota, de Cape Town a Angra dos Reis, via Santa Helena, com as posições recebidas marcadas em azul e as perdidas em vermelho. O aparelho SPOT não indica se a transmissão teve sucesso. No máximo, indica que não consegue se sincronizar com o GPS piscando alternadamente os LEDs. Isto aconteceu uma vez e eu desliguei e religuei o aparelho, sem problemas na segunda tentativa. Assim, do lado do navegante, foi feita uma tentativa a cada intervalo de mais ou menos 12 horas.

Posições em que foi acionado o SPOT. Em azul, posição recebida. Em vermelho, posição perdida. As falhas se concentram no meio do Oceano.

A tabela que segue mostra quantas vezes houve uma falha, com um sucesso antes e depois (uma posição por dia), quantas vezes teve duas, três ou mais falhas seguidas. Na figura pode-se ver que as perdas são mais frequentes no meio do Atlântico e menos nas costas, o que é esperado pela cobertura (ver abaixo). No entanto tivemos duas perdas seguidas separadas de poucas horas chegando em Cabo Frio! Teria sido interessante correlacionar estas falhas com as condições meteorológicas – fica para a próxima. No entanto, estas não atrapalharam o uso do telefone por satélite IsatPhone, que usamos para baixar as previsões – somente um dia, de tempo bom, foi impossível se conectar.

SPOT Obs
Posições emitidas 74
Posições recebidas sem falta (intervalo de ~12h) 49
Faltando 1 posição (intervalo de ~24h) 12
Faltando 2 posições consecutivas (intervalo de ~36h) 5
Faltando 3 posições consecutivas (intervalo de ~48h) 1

Um dia e meio depois de Santa Helena, houve um período de 48h sem transmissão da posição, o que acabou causando uma certa preocupação em quem nos seguia. Felizmente, mails mandados pelo telefone indicavam que tudo ia bem a bordo. No entanto, fica a lição: quem segue um veleiro numa travessia desta apenas se baseando num SPOT deve se lembrar que a ausência de uma mensagem não significa obrigatoriamente problemas.

Houve uma clara melhoria da cobertura.

Cobertura do SPOT em 7 de junho 2017 segundo o site https://www.findmespot.com/en/index.php?cid=108. Em escuro, probabilidade de 96% ou mais de mandar uma posição com sucesso em 20 minutos. Em claro, cobertura reduzida.

Finalmente Santa Helena

14/08/2017

Minhas 3 primeiras tentativas de velejar até a Ilha de Santa Helena falharam: a primeira na volta da África do Sul, quando cortamos o caminho por problema de tempo e piloto, a segunda quando tivemos uma série de pequenos problemas no Kilimandjaro depois de uma semana e a terceira… o motor nos deixou na mão no meio do caminho, sem tempo para completar o percurso apenas na vela durante nossas férias. Os franceses falam “jamais deux sans trois” (nunca dois sem três). O ciclo de azar estava terminado, a próxima tentativa teria que ser a boa, a não ser que eu seja o pé frio que causou estes repetidos abandonos e neste caso uma nova série começaria!

Assim, com o convite para tripular um veleiro sul-africano da África do Sul para o Brasil, vi a chance de finalmente conhecer a Ilha, além de poder dar uma velejada longa sem ter a responsabilidade de ser o capitão. O barco, Shoestring, é um Shearwater 39, um lindo veleiro de linhas clássicas com obras vivas modernas. Na mão do dono anterior ele já havia dado a volta ao mundo e o novo estava se preparando para eventualmente repetir o cruzeiro. A primeira etapa é ir ao Brasil.

A tripulação era composta de 3 velejadores: Peter, o dono, Bryan, um contra-almirante aposentado que havia feito a Cape-to-Rio duas vezes como navegador na época em que não havia GPS e eu, o caçula.

                    Tripulação do Shoestring

Saimos do Gordon’s Bay Yacht Club, lado Leste da False Bay, dia 4/5/2017 para ir a Cape Town contornando o Cabo da Boa Esperança. Nos dias anteriores à partida a baia estava branca com o vento que descia das montanhas mas para esta nossa primeira travessia, ficamos mesmo com vento de porão e mar liso. A passagem do Cabo, no fim da tarde, foi absolutamente tranquila, nada que justificasse o  antigo e temível nome de Cabo das Tormentas. Logo depois de contorná-lo apareceu uma densa neblina que nos acompanhou até Cape Town, onde entramos no GPS mesmo, atracando com pouca visibilidade por volta da meia noite no Royal Cape Yacht Club.

                     Vento contra as ondas

       Rajadas sobre as águas de False Bay

       Vista do Cabo da Boa Esperança

         Table Mountain vista do RCYC

Terminamos de abastecer o barco em mantimentos, água e combustível, fizemos os procedimentos de saida e zarpamos dia 7 com destino a Santa Helena, uma perna de 1700 milhas.

Os primeiros dias e noites foram frios, com pouco vento. O piloto automático desistiu da viagem e tentamos utilizar o leme de vento. Este funciona bem com mar baixo e vento entre través orçado e través folgado, o que tivemos pouco, a empopada dominando. Dia 12 o vento aumentou bastante (acima de 35 nós) e mar levantou, cruzado (o vento passou de SW para SE, popa rasa), inconfortável, mas ficamos velejando com médias acima de 8 nós e surfando a mais de 11. O Shearwater é um barco sólido e muito estável, de forma que havia um certo prazer em pilotá-lo nestas condições mas tivemos que reduzir os turnos de 4 para 2 horas! Aos poucos o vento foi caindo, o mar baixou e fomos lentamente para a Ilha, onde chegamos dia 21 no inicio da noite, um domingo e dia de Santa Helena, feriado nacional local.

    Bryan conferindo o GPS com sextante

                          Por do Sol

                 Santa Helena a vista

        Peter preparando as bandeiras

              Costão em Santa Helena

                        Fortificações

Assim mesmo, quando chamamos Saint Helena Radio a 20 milhas da chegada, havia uma operadora que respondeu imediatamente e quando chegamos frente a Jamestown, o capitão dos portos estava no radio, avisando que podiamos escolher qualquer boia amarela para amarrar o barco e perguntando se queriamos desembarcar. A noção de um banho quente com bastante água doce gerou uma resposta positiva imediata. Pouco tempo depois, ele chamou para avisar que o “ferry service” passaria nos pegar em breve e que ele nos levaria de volta às 21h30, tudo fora de expediente, cobrando um pouco mais pelo transporte.

 Jamestown vista do mar. As poitas ficam à direita. A Jacob’s Ladder liga o lado direito da cidade baixa à parte em cima.

O desembarque é sui generis. A catraia chega perto do cais, que tem 3 níveis (para acompanhar a maré) e um pórtico de ferro com cordas penduradas. Para desembarcar deve-se esperar uma onda levantar a catraia e no ponto máximo pega-se uma das cordas para pular no cais. Tivemos a sorte das ondas estarem relativamente baixas (~1.5m), de forma que o desembarque foi tranquilo e seco (fotos abaixo). Fomos ver o capitão dos portos para fazer a entrada do barco, depois a alfândega (sim, veio uma funcionária, que estava na festa, nos atender fora de expediente) e depois procuramos a policia para uma entrada temporária – a definitiva seria apenas na terça feira, depois das festas da segunda, feriado também. Jantar e cerveja no Anne’s Place (ponto dos velejadores), passeio no meio da multidão em festa, banho quente, voltamos para o Shoestring para um descanso merecido.

       Area de embarque/desembarque

          Gaiola para menos esportivos

        Bryan embarcando, barco alto

     Peter embarcando, barco baixo

Ficamos a bordo na segunda 22/5, para efetuar diversos pequenos reparos (piloto, pau do balão cujo pino estava travado, medidor de velocidade que parou, etc…) e limpeza do barco. Na terça, fomos à terra firme para fazer a imigração, levar roupa suja para lavar, fazer algumas compras e agendar um passeio pela ilha. Um seguro saúde é exigido dos turistas e acabamos comprando um no local, bem barato, para poder ter nossos passaportes carimbados. Não precisa de visto, no entanto.

            Por do Sol visto de Jamestown

                  Shoestring apoitado

               Cadeia da Sua Majestade

                                   Mercado

Na quarta 24/5 fizemos o tour da ilha. Fomos levados para visitar os lugares turísticos padrões da Ilha: a casa e a tumba de Napoleão, o cemitério dos Boers, o aeroporto, o projeto de restauração da vegetação original, parando em diversos locais para admirar a vista e a variedade de ambientes deste pequeno pedaço de terra. Embora a mão de direção seja ingles, à esquerda, as estradas em geral são de mão dupla mas pista única de forma que não dá para se distinguir o lado certo. Há espaços mais largos em que um carro pode parar para deixar passar o outro. Neste caso a preferência é de quem sobe e ela é respeitada. O aeroporto pode ser uma excrecência mas deve-se reconhecer que é uma obra de engenharia e tanto – encheram um vale para poder ter uma pista plana longa o suficiente. Mas tem um problema sério com ventos verticais e laterais – aviões grandes por enquanto não operam e a população parece bem dividida a respeito deste enorme investimento. Só encontramos uma pessoa a favor, de forma que não coloco fotos!

                   Forte High Knoll

Jonathan, o mais velho habitante da ilha

Casa onde Napoléon Bonaparte passou seus últimos dias. Único lugar em Santa Helena onde se cobra uma taxa de visita

Túmulo do Napoléon, agora vazio já que seus restos estão em Paris.

Na quinta, enfrentei o desfio mor: subir os 699 degraus do Jacob’s Ladder. Alguém da tripulação havia de fazê-lo! São 200m de desnível, inclinação média de 45 graus. Levei 3 dias para me acostumar à idéia – a escada impressiona de baixo para cima e assusta de cima para baixo, eu estava mais preocupado com a descida que com a subida. Mas deu, 11 minutos, 240W de potência média fornecida pelas pernas (bom, mais uma paradinha um pouco acima da metade para fotos e respirar um pouco). A descida foi facil, 8 minutos, seguida de uma longa visita ao museu da cidade. Santa Helena tem uma história muito rica e variada.

Jamestown vista de cima, do fundo do vale

Topo da Jacob’s Ladder olhando para baixo

         Metade da escada para baixo

          Metade da escada para cima

Enquanto eu queimava calorias e garantia cãimbras para as próximas 24 horas, Peter se ocupava do abastecimento de água e diesel e Bryan fazia algumas compras. Entre estas, umas bistecas de kassler com as quais inauguramos a churrasqueira a gas do Shoestring, à noite. A quinta feira é dia de feira, quando é possível encontrar legumes frescos produzidos na ilha. O resto vem de Cape Town, transportado pelo navio RMS Saint Helena (RMS = Royal Mail Ship, um dos dois únicos navios em serviço do correio britânico).

Sexta 26 fomos fazer as formalidades de saida e completar as compras – haviamos encomendado carne congelada e ovos, que o supermercado não conseguiu localizar na ilha.

Zarpamos para o Brasil (2200 milhas) no sábado 27/5, com um bom vento de popa (depois de nos afastarmos da sombra da ilha) que durou a noite toda, velejando só com a genoa. Mas o vento foi caindo aos poucos, com mar alto demais para esta brisa. Vento fraco foi, por sinal, a tônica desta passagem, motoramos bastante “para carregar as baterias”. Eventos na viagem?

  • dia 29/5, uma baleia nos borrifou, bem perto. No mesmo dia, um peixe grande bateu na quilha e depois no leme, pareceu ser um dourado bastante grande.
  • dia 2/6 quebrou a polia do alternador principal, soltando a correia da bomba d’agua, o motor ferveu mas Peter notou o problema a tempo. No dia seguinte, com uma super cola, ele juntou as duas faces da polia, trocou a correia e voltamos a ter 2 alternadores funcionando.
  • dia 4, calmaria. Derivando entre  1.0 e 2.5 nós, colocamos o caiaque na água e o Bryan foi remando no meio do Atlantico. Nadamos em volta do barco. O vento voltou na casa dos 20 nós no dia seguinte.
  • dia 8 passamos pela ilha de Martin Vaz de manhã e por Trindade à tarde. O radar, que mantinhamos ligado por causa dos pirajás, mostrou as ilhas em torno de Martin Vaz cerca de 0.5 milhas ao Oeste da posição em que estavam marcadas na carta do chartplotter (Raymarine com carta Navionics). Trindade estava em cima, logo o problema é da carta!

 Ilhas de Martin Vaz, que estão no lugar errado na carta Raymarine/Navionics

                      Ilha de Trindade

Estávamos finalmente em águas brasileiras! A Marinha nos contactou, queriam saber de onde vinhamos e para onde iamos. O mar estava um bocado agitado mas assim mesmo havia um bote inflável da MB que nos acompanhou à distância até passarmos a ilha.

  • Tivemos muitas vezes peixes grandes (atum e dourado) nadando ao lado ou atrás do barco. Poucos pássaros depois de Santa Helena, exceto em torno de Trindade e perto de Cabo Frio.
  • Quando atravessamos a Bacia de Campos, passamos ao Sul da zona de exclusão. Mesmo assim, havia plataformas que não estavam na carta (atualizada) e o radar mostrou muitos ecos grandes sem marca do AIS, o que é uma surpresa. Um destes ecos era uma plataforma!

Uma frente passou por nós pouco antes de chegarmos em Cabo Frio, que durou cerca de uma hora e meia, com ventos de 20 nós, passando de NE para Sul.

Nosso plano era chegar ao Norte da Ilha de Cabo Frio para passar entre ela e o continente e sair pelo Boqueirão. Chegamos ao amanhecer do dia 14 de junho no waypoint marcado e, tomando nosso café da manhã, motoramos por este lindo lugar. Depois de sair do Boqueirão, pegamos vento do Oeste, na cara, junto com uma boa correnteza contra. Inicialmente fomos velejando mas no fim, cansados, fomos motorando, à medida que o vento foi morrendo.

Chegamos na Baia de Ilha Grande dia 15, feriadão de Corpus Christi, encerrando uma travessia que foi muito gostosa, em boa companhia.

 

Frase naútica de agosto

08/08/2017

“Toute mécanique, particulièrement nautique, même la plus simple, connaît un état normal, naturel, stable, appelé “la panne” . On peut dans certains cas, et pour une durée toujours limitée, la maintenir dans un état anormal et parfaitement instable, appelé “état de marche”.” Pierre-Antoine Muraccioli ou Antoine, autor-compositor-cantor e velejador francês.

“Qualquer mecânica, particularmente naútica, mesmo a mais simples, tem um estado normal, natural, estável, chamado “a pane”. Pode-se em alguns casos, e por um tempo sempre limitado, mantê-la num estado anormal e perfeitamente instável, chamado “estado de funcionamento”.”

 

Esquerda: Seu barco foi consertado, senhor. Vou buscar sua conta. Direita: Porque tenho a impressão que não vou ficar feliz com esta conta?

 

 

Frase naútica de julho

04/07/2017

A frase deste mês é da Escola de Vela Les Glénans criada na França em 1947. Cada ano ela recebe uns 14 000 estagiarios com 860 monitores, sendo 800 voluntários. Não errei o número, a grande característica desta escola é de oferecer cursos de qualidade baseados no voluntariado.

Règle des 4 “i”:  

Gilet et harnais portés
de nuit,
sous spi,
au premier ris
ou pour aller faire pipi.

 

Traduzi esta frase como regra dos  4 “o” :

“Colete e arnês usados
no escuro,
com spi aberto,
no primeiro riso
e mesmo para xixizinho.”

 

Patty rapidamente descobriu que o arnês do colete era a única opção.
Desenho: Mike Mockford

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